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| Antes do reforço com fibra de carbono, foi retirado o concreto descolado, tratadas as armaduras corroídas e recolocado o concreto de cobrimento com grout, que é autoadensável e facilitou a colagem da fibra |
A movimentação de cargas cresceu expressivamente no Brasil, nos últimos anos. E os contêineres e carretas, cada vez mais pesados e em maior número, têm solicitado das obras de arte especiais em áreas urbanas e rodoviárias, resistência elevada. Porém, construídos há décadas, pontes e viadutos em muitos casos não oferecem suporte adequado ao peso imposto, com o agravante de que, muitas vezes, a altura dos vãos também não é adequada, o que tem provocado colisões frequentes de veículos contra as estruturas. Diante deste cenário, a engenharia nacional começa a enfrentar a necessidade de reforço das obras de arte especiais e ampliação dos trens tipo (TB) de pontes e viadutos em todos os níveis: municipais, estaduais e federais.
Esse é o desafio, por exemplo, da Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras de São Paulo na reforma e recuperação do viaduto Santo Amaro, na região metropolitana de São Paulo. Construído em 1969, em concreto protendido, ele tem cerca de 280 m de extensão, 11 m de largura, com uma passarela na parte central entre os dois viadutos, protegido por uma mureta.
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